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CAPÍTULO 3 - O MAPA DA DESIGUALDADE RACIAL: UM PAÍS PARTIDO PELA COR
por Alexandre Costa | jornalista O Brasil é a maior nação negra fora da África. Ainda assim, é também o país onde ser negro significa viver menos, ganhar menos, estudar menos, sofrer mais violência e ter menos acesso à justiça. As estatísticas não deixam margem para interpretações inocentes: a desigualdade brasileira tem nome, tem cor e tem endereço. O que os dados mostram é devastador, mas necessário. Este capítulo revela o mapa da desigualdade racial no país — e mostra po

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


CAPÍTULO 2 — DE ALEIJADINHO A EMICIDA: A LINHA DE GENIALIDADE NEGRA QUE O BRASIL RECUSOU VER
por Alexandre Costa | jornalista* A história do Brasil negro não é apenas uma história de violência. É também uma história de genialidade interrompida, de talentos que surgiram apesar das grades visíveis e invisíveis. Da arte barroca de Aleijadinho ao rap de Emicida, passando pelos livros de Machado de Assis, pelas denúncias de Carolina Maria de Jesus, pela filosofia de Lélia Gonzalez e pela força atlética de Pelé, há um fio contínuo: a criação negra sempre existiu, mas rara

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


CAPÍTULO 1 — O RS QUE O BRASIL NÃO CONTA: A UNIVERSIDADE, A PERIFERIA E A HISTÓRIA NEGRA ESQUECIDA
por Alexandre Costa | jornalista* No dia da Consciência Negra, o www.esquinademocratica.com.br oferece aos leitores uma reportagem especial sobre a presença, a história e a luta do povo negro no Brasil. Uma narrativa que começou há quase 500 anos, com a chegada dos primeiros africanos escravizados. Durante mais de 320 anos de escravidão oficial, homens, mulheres e crianças foram tratados como mercadoria. Carregaram na pele as marcas da chibata, nos ombros o peso do trabalh

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


OS NEGROS NO BRASIL: (PREÂMBULO) 457 ANOS CONTRA O RELÓGIO DA HISTÓRIA
por Alexandre Costa | jornalista* Foram 457 anos desde que, em 1568, o comércio de africanos escravizados foi oficializado no território que viria a se chamar Brasil. Quase meio milênio em que o tempo não cicatrizou as incontáveis feridas. O país carregou séculos de açoite, trabalho compulsório e silêncio forçado — e, depois da abolição, entregou ao povo negro uma liberdade sem chão, sem teto e sem futuro garantido. As estatísticas atuais — prisões lotadas de jovens negros,

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


OS NEGROS NO BRASIL
No dia da Consciência Negra, o www.esquinademocrática.com.br oferece aos leitores mais uma série especial: OS NEGROS NO BRASIL. A história que vamos contar iniciou há quase 500 anos, com a chegada dos primeiros escravos. Durante mais de 320 anos de escravidão oficial, o povo negro carregou na pele as marcas das chibatadas. Com a liberdade, os castigos brutais do tronco deram lugar a outro tipo de violência: racismo, invisibilidade, discriminação, preconceito e criminaliza

Alexandre Costa
18 de nov. de 2025


CORTE DE 37% NO ORÇAMENTO DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE EM 2026 SERVE PARA ABERTURA DE SUPLEMENTAÇÕES
por Alexandre Costa | jornalista Porto Alegre está entre as capitais que menos investem em saúde. Recentemente, o Conselho Municipal de Saúde apontou para um método recorrente da gestão do prefeito Sebastião Melo. O projeto de lei orçamentária para 2026 apresenta um corte de 37,14% em relação ao valor solicitado pela própria secretaria [¹] — o que, segundo o relatório da Comissão de Orçamento e Finanças do Conselho Municipal de Saúde (COFIN/CMS/POA), transforma o PLOA em “pe

Alexandre Costa
16 de nov. de 2025


ESPECIAL: A PRECARIZAÇÃO COMO PROJETO POLÍTICO DE PODER
por Alexandre Costa | jornalista* A história que você vai ler a seguir é um resgate cronológico sobre o processo de desmonte do Estado brasileiro. De Fernando Collor de Mello a Jair Bolsonaro, o discurso da “eficiência” foi apropriado como justificativa técnica para implementar projetos de enxugamento, privatizações e terceirizações que, ao longo das décadas, transformaram o funcionalismo público em bode expiatório nacional [¹]. Por trás da teoria distorcida do chamado estad

Alexandre Costa
14 de nov. de 2025


EPÍLOGO - SEM ESTADO, NÃO HÁ NAÇÃO
por Alexandre Costa | jornalista* O Brasil atravessa o espelho. Do outro lado, vê a imagem distorcida de um país que acreditou poder viver sem o público — e acabou prisioneiro do mercado, do ódio e do medo. A história contada neste especial é a história de uma erosão longa: o desmonte do Estado e a precarização dos serviços públicos. Tudo começou quando o servidor virou vilão, o funcionário virou “marajá” e a eficiência foi reduzida à planilha de gastos. De Collor a Bolsonar

Alexandre Costa
14 de nov. de 2025


V - A HISTÓRIA NÃO ACABOU: O FUTURO EM DISPUTA
por Alexandre Costa | jornalista* Durante o governo Bolsonaro, o Brasil assistiu à destruição planejada de políticas públicas e à defesa agressiva de um Estado mínimo em quase tudo — menos na repressão . O ciclo 2016–2022 consolidou um modelo de Estado armado, autoritário, fraco para garantir direitos e forte para controlar, vigiar e punir. As características autoritárias desse projeto resultaram nos ataques de 8 de janeiro de 2023 , quando grupos bolsonaristas tentaram, pel

Alexandre Costa
13 de nov. de 2025


IV - BOLSONARISMO: MILITARIZAÇÃO DO ESTADO, DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA E O AVANÇO DO ÓDIO
por Alexandre Costa | jornalista* A eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, consolidou a ascensão da extrema direita ao poder. O impacto sobre o Estado e as políticas públicas foi devastador. Na educação , entre meados da década de 2010 e 2022, o investimento por aluno nas universidades federais sofreu forte queda em termos reais, com sucessivos cortes e contingenciamentos que levaram as instituições ao limite do funcionamento, como apontam notas da Andifes e reportagens da impr

Alexandre Costa
13 de nov. de 2025


PARTE III – O GOLPE CONTRA DILMA ABRIU AS PORTAS PARA O ESTADO MÍNIMO E AS POLÍTICAS DE DESMANTELAMENTO DA MAQUINA PÚBLICA
por Alexandre Costa | jornalista * O golpe parlamentar de 2016 não apenas derrubou uma presidenta eleita. Ele interrompeu um projeto de Estado cidadão e reinstalou, sob nova roupagem, o receituário neoliberal derrotado nas urnas desde 2002. Foi o ponto de virada de um projeto que, desde os anos 1990, buscava enfraquecer o Estado, deslegitimar o servidor público e abrir espaço para o mercado comandar políticas antes garantidas como direitos. Com a derrubada de Dilma Rousseff

Alexandre Costa
13 de nov. de 2025


PARTE II – LULA E DILMA COLOCARAM O POBRE NO ORÇAMENTO E O ESTADO IMPULSIONOU O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO BRASIL
por Alexandre Costa | jornalista* Após duas décadas de reformas neoliberais, privatizações e arrocho, o Brasil amanheceu no século XXI diante de um paradoxo: uma Constituição socialmente generosa e um Estado enfraquecido, incapaz de cumprir as promessas de 1988. Foi nesse cenário que Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao poder, em janeiro de 2003, prometendo “colocar o pobre no orçamento e o rico no imposto de renda”. Era o início de um contragolpe social . Ao contrário da car

Alexandre Costa
13 de nov. de 2025
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