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BRASIL 2056 | POR JONAS TIAGO SILVEIRA*
Noite passada aconteceu algo muito estranho, um viajante do tempo apareceu, ele disse que precisava me alertar sobre o futuro e assim eu segui com ele até o Brasil de 2056. Primeiro, que diferente do que eu esperava, a máquina do tempo não era um DeLorean como em De Volta para o Futuro e sim um Del Rey azul jamaica metálico. O viajante usava vestes estranhas, feito de algum material que fazia as cores das roupas mudarem conforme queria, mas me alertou que era preciso ver um a

Alexandre Costa
9 de set.


O TIOZÃO DO CHURRASCO, POR PAULO GAIGER*
Acho que foi no livro da Eliane Brum, “Brasil, construtor de ruínas: Um olhar sobre o país, de Lula a Bolsonaro”, onde li que o golpista e ex-presidente é parecido com o tiozão dos churrascos de fim de semana. Tipo aquele macholento sem noção que conta piadas e historinhas idiotas, se vangloria de sua esperteza e das sacanagens que faz, diz às sobrinhas que elas estão nos trinks, comenta aos pais de uma bebê, entre gargalhadas e persignações: “essa rachada vai dar trabalho”,

Alexandre Costa
9 de set.


A ADESÃO DA GLOBO À ESCALADA FASCISTA INDICA QUE AS GRANDES BENEFICIÁRIAS DESSE REGIME - AS GRANDES EMPRESAS – SERÃO PROTAGONISTAS NO SEU DESFECHO, POR ROGÉRIO VIOLA COELHO*
Viralizou nas redes sociais uma metáfora canina - “A diferença de atitude dos entrevistadores na frente de Lula e de Flavio, em nome da Globo, era equivalente a de dois pitbulls na primeira e de dois pacatos são-bernardos na do filho de Bolsonaro”. Foi notória a parcialidade da Globo nas entrevistas dos candidatos a presidente. Por um lado, com LULA os entrevistadores insistiam nas suspeitas sobre seu filho, contestando e questionando todas as respostas dele de forma exaus

Alexandre Costa
7 de set.


OS INTERESSES POR TRÁS DO MEU VOTO, POR LUIZ INÁCIO GAIGER*
Porto Alegre, 7 de setembro de 2026. Prá lá de inspirado numa recente crônica de Martha Medeiros (Jornal ZH, 04.09.26), apresento o meu voto nessas eleições, guiado pelos meus interesses. Sou um homem, branco e heterossexual como ela. Cresci cercado de livros e enciclopédias, com domingos de passeios pela natureza, viagens em campings e muitos churrascos. Colégios particulares e cursos de inglês pagos pela família; cursos de Engenharia e de História na UFRGS; depois, mais de

Alexandre Costa
7 de set.


MÁTRIA AMADA BRASIL, POR SILVANA CONTI*
Mulheres pela democracia, pela soberania, pela jornada 5x2 sem redução de salário — Trabalhar menos, sem ganhar menos, é uma conquista civilizatória! O Brasil tem mãos, rostos, vozes e histórias de mulheres. Mulheres que cultivaram a terra, enfrentaram a escravização e a colonização, construíram quilombos, defenderam territórios, sustentaram comunidades, educaram gerações, produziram alimentos, conhecimento, cultura e cuidado. Mulheres que fizeram da resistência uma forma de

Alexandre Costa
7 de set.


SÉRIE ESPECIAL - 2ª EDIÇÃO DO PRÊMIO RUBENS PAIVA MEMÓRIA VERDADE E JUSTIÇA
Em uma série especial de sete capítulos, o Esquina Democrática apresenta a segunda edição do Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça, promovido pela Associação dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Rio Grande do Sul (AEPPP-RS). A atividade foi realizada na noite do dia 3 de setembro, na Sala Adão Pretto da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, e reuniu diferentes gerações de resistência, homenageando trajetórias ligadas à luta contra as ditaduras, aos dir

Alexandre Costa
7 de set.


MARTA HAAS: ARTE E EDUCAÇÃO PARA TRANSMITIR A MEMÓRIA ÀS NOVAS GERAÇÕES
Última agraciada da segunda edição do Prêmio Rubens Paiva, atriz, educadora e pesquisadora recebeu a homenagem das mãos de Sônia Haas e destacou o papel da arte e da escola na transmissão dos valores de memória, verdade, justiça e democracia. A última homenagem da segunda edição do Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça colocou no centro da cerimônia uma questão que atravessou toda a noite: como transmitir às novas gerações a memória daqueles que enfrentaram a dita

Alexandre Costa
7 de set.


COMISSÃO DA VERDADE DA UFRGS: UMA DÍVIDA COM A MEMÓRIA QUE LEVOU MAIS DE UMA DÉCADA PARA SER ENFRENTADA
Criada após anos de reivindicações e pressão do Ministério Público Federal, Comissão Enrique Serra Padrós já gravou 60 testemunhos e prepara relatório sobre as violações de direitos humanos ocorridas na Universidade durante a ditadura. Quando a Comissão da Memória e da Verdade Enrique Serra Padrós recebeu o Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça, seu relatório final ainda não estava pronto. A investigação sobre as violações de direitos humanos ocorridas na Universid

Alexandre Costa
7 de set.


TARSO GENRO: QUANDO O ESTADO PASSOU DE QUEM PERDOAVA A QUEM DEVIA PEDIR PERDÃO
Ex-ministro da Justiça recupera os embates travados dentro e fora do governo Lula pela responsabilização dos agentes da ditadura e questiona o adiamento de uma dívida histórica: “Quando é que vai ser oportuno?” Ao receber o Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça, na categoria Defensores dos Direitos Humanos, Tarso Genro escolheu recuperar alguns dos embates travados quando esteve à frente do Ministério da Justiça. Falou da reorganização da Polícia Federal, mas conce

Alexandre Costa
7 de set.


FLÁVIO KOUTZII: DA RESISTÊNCIA A DUAS DITADURAS AO ALERTA CONTRA A ULTRADIREITA
Ex-preso político relembra a formação de uma geração marcada pelas lutas contra o nazismo, o colonialismo e as ditaduras latino-americanas e adverte que o avanço da ultradireita representa “um assalto à razão”. Quando Flávio Koutzii recebeu o Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça, na noite de 3 de setembro, em Porto Alegre, começou agradecendo a homenagem pelo que ela representava: a continuidade da luta pelos direitos humanos. Aos 83 anos, depois de ter enfrentado

Alexandre Costa
6 de set.


FLÁVIO TAVARES: “SÓ OS QUE NÃO SABEM O QUE FOI UMA DITADURA DEFENDEM A DITADURA”
Jornalista, escritor e ex-preso político relembra a resistência ao regime militar, faz uma autocrítica sobre a luta armada e recupera as marcas da tortura e do exílio ao receber o Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça. “Eu não sei por que estou sendo homenageado. Eu apenas cumpri o meu dever.” Foi assim que Flávio Tavares, aos 92 anos, começou sua fala ao receber o Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça, na noite de 3 de setembro, em Porto Alegre. Jornali

Alexandre Costa
6 de set.


O PESO DA MEMÓRIA: PARA QUE O SILÊNCIO NÃO TENHA A ÚLTIMA PALAVRA
Ao receber o Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça pelo Esquina Democrática, percebi que aquele reconhecimento atravessava o jornalismo e alcançava uma história familiar iniciada 55 anos antes, quando meu pai foi preso e torturado pela ditadura. Por Alexandre Costa | Esquina Democrática Nenhum outro prêmio que eu pudesse receber teria, para mim, o significado pessoal e profissional do Prêmio Rubens Paiva – Memória, Verdade e Justiça. Não se trata de estabelecer uma

Alexandre Costa
6 de set.
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