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UM PAÍS SOB EFEITO DAS ALUCINAÇÕES DO BOLSONARISMO, POR MOISÉS MENDES*
O m undo iria acabar com a prisão de Bolsonaro, mas continua do mesmo jeito e não há sinais de que esteja ameaçado. As primeiras reações são frustrantes para quem esperava a implosão de um levante verde-amarelo. Flávio Bolsonaro é quem mais se dedica à tentativa da resistência, com o apoio de Tarcísio, Michelle, Sóstenes Cavalcante e do irmão Eduardo, com as mensagens vindas dos Estados Unidos. Mas é pouco. Tem muita gente falante que está calada. As manifestações em Brasília

Alexandre Costa
24 de nov. de 2025


NEGA LÚ ESTREIA MUSICAL NO TEATRO SIMÕES LOPES NETO, DIAS 27 E 28/11, ÀS 20 HORAS
Com direção geral de Daniel Colin e direção musical de Juliano Barreto, o espetáculo "BRILHANTE: Nega Lu em Musical" estreia nos dias 27 e 28 de novembro, às 20 horas, no Teatro Simões Lopes Neto, Complexo Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro, em Porto Alegre. A montagem celebra as múltiplas dimensões da bailarina, cantora, figura queer e negra, carnavalesca e ícone da vida noturna underground de Porto Alegre. Nega Lu transcendeu o seu tempo, transgredindo normas na e

Alexandre Costa
24 de nov. de 2025


CONCLUSÃO — O TEMPO DE EXU E O BRASIL QUE AINDA PRECISA NASCER
por Alexandre Costa | jornalista O Brasil gosta de acreditar que a história da escravidão ficou no passado. Que o país se libertou de seus demônios quando assinou a Lei Áurea. Que o racismo é exceção. Que a desigualdade se deve a “fatores sociais” abstratos, nunca à cor da pele. Mas nada disso é verdade. A escravidão durou mais de 320 anos. A abolição sem reparação tem apenas 137.E a distância entre esses dois períodos ainda governa a vida dos brasileiros. O que chamamos de p

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


CAPÍTULO 4 — CULTURA, RELIGIÃO E RESISTÊNCIA: A ALMA NEGRA QUE SUSTENTA O BRASIL
por Alexandre Costa | jornalista A escravidão tentou quebrar corpos. O racismo tentou apagar histórias. A violência tentou silenciar vozes. Nenhuma dessas tentativas funcionou. A cultura, a espiritualidade e a memória negra atravessaram séculos como rio subterrâneo que, mesmo bloqueado, continua correndo. Nasceram nos quilombos, nos terreiros, nos batuques, nos tambores, nos carnavais, nos pagodes, nas ladeiras das cidades, nas periferias e nos becos. Este capítulo revela o q

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


CAPÍTULO 3 - O MAPA DA DESIGUALDADE RACIAL: UM PAÍS PARTIDO PELA COR
por Alexandre Costa | jornalista O Brasil é a maior nação negra fora da África. Ainda assim, é também o país onde ser negro significa viver menos, ganhar menos, estudar menos, sofrer mais violência e ter menos acesso à justiça. As estatísticas não deixam margem para interpretações inocentes: a desigualdade brasileira tem nome, tem cor e tem endereço. O que os dados mostram é devastador, mas necessário. Este capítulo revela o mapa da desigualdade racial no país — e mostra po

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


CAPÍTULO 2 — DE ALEIJADINHO A EMICIDA: A LINHA DE GENIALIDADE NEGRA QUE O BRASIL RECUSOU VER
por Alexandre Costa | jornalista* A história do Brasil negro não é apenas uma história de violência. É também uma história de genialidade interrompida, de talentos que surgiram apesar das grades visíveis e invisíveis. Da arte barroca de Aleijadinho ao rap de Emicida, passando pelos livros de Machado de Assis, pelas denúncias de Carolina Maria de Jesus, pela filosofia de Lélia Gonzalez e pela força atlética de Pelé, há um fio contínuo: a criação negra sempre existiu, mas rara

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


CAPÍTULO 1 — O RS QUE O BRASIL NÃO CONTA: A UNIVERSIDADE, A PERIFERIA E A HISTÓRIA NEGRA ESQUECIDA
por Alexandre Costa | jornalista* No dia da Consciência Negra, o www.esquinademocratica.com.br oferece aos leitores uma reportagem especial sobre a presença, a história e a luta do povo negro no Brasil. Uma narrativa que começou há quase 500 anos, com a chegada dos primeiros africanos escravizados. Durante mais de 320 anos de escravidão oficial, homens, mulheres e crianças foram tratados como mercadoria. Carregaram na pele as marcas da chibata, nos ombros o peso do trabalh

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


OS NEGROS NO BRASIL: (PREÂMBULO) 457 ANOS CONTRA O RELÓGIO DA HISTÓRIA
por Alexandre Costa | jornalista* Foram 457 anos desde que, em 1568, o comércio de africanos escravizados foi oficializado no território que viria a se chamar Brasil. Quase meio milênio em que o tempo não cicatrizou as incontáveis feridas. O país carregou séculos de açoite, trabalho compulsório e silêncio forçado — e, depois da abolição, entregou ao povo negro uma liberdade sem chão, sem teto e sem futuro garantido. As estatísticas atuais — prisões lotadas de jovens negros,

Alexandre Costa
19 de nov. de 2025


OS NEGROS NO BRASIL
No dia da Consciência Negra, o www.esquinademocrática.com.br oferece aos leitores mais uma série especial: OS NEGROS NO BRASIL. A história que vamos contar iniciou há quase 500 anos, com a chegada dos primeiros escravos. Durante mais de 320 anos de escravidão oficial, o povo negro carregou na pele as marcas das chibatadas. Com a liberdade, os castigos brutais do tronco deram lugar a outro tipo de violência: racismo, invisibilidade, discriminação, preconceito e criminaliza

Alexandre Costa
18 de nov. de 2025


CORTE DE 37% NO ORÇAMENTO DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE EM 2026 SERVE PARA ABERTURA DE SUPLEMENTAÇÕES
por Alexandre Costa | jornalista Porto Alegre está entre as capitais que menos investem em saúde. Recentemente, o Conselho Municipal de Saúde apontou para um método recorrente da gestão do prefeito Sebastião Melo. O projeto de lei orçamentária para 2026 apresenta um corte de 37,14% em relação ao valor solicitado pela própria secretaria [¹] — o que, segundo o relatório da Comissão de Orçamento e Finanças do Conselho Municipal de Saúde (COFIN/CMS/POA), transforma o PLOA em “pe

Alexandre Costa
16 de nov. de 2025


ESPECIAL: A PRECARIZAÇÃO COMO PROJETO POLÍTICO DE PODER
por Alexandre Costa | jornalista* A história que você vai ler a seguir é um resgate cronológico sobre o processo de desmonte do Estado brasileiro. De Fernando Collor de Mello a Jair Bolsonaro, o discurso da “eficiência” foi apropriado como justificativa técnica para implementar projetos de enxugamento, privatizações e terceirizações que, ao longo das décadas, transformaram o funcionalismo público em bode expiatório nacional [¹]. Por trás da teoria distorcida do chamado estad

Alexandre Costa
14 de nov. de 2025


EPÍLOGO - SEM ESTADO, NÃO HÁ NAÇÃO
por Alexandre Costa | jornalista* O Brasil atravessa o espelho. Do outro lado, vê a imagem distorcida de um país que acreditou poder viver sem o público — e acabou prisioneiro do mercado, do ódio e do medo. A história contada neste especial é a história de uma erosão longa: o desmonte do Estado e a precarização dos serviços públicos. Tudo começou quando o servidor virou vilão, o funcionário virou “marajá” e a eficiência foi reduzida à planilha de gastos. De Collor a Bolsonar

Alexandre Costa
14 de nov. de 2025
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