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MAPA DA CULTURA | PINGUINHO & SERRAGEM CELEBRAM 11 ANOS DE PALHAÇARIA COM “ASSOBIA E CHUPA CANA”
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Rafael de Moura e Tuta Camargo levam à Sala Álvaro Moreyra espetáculo que mistura música ao vivo, improvisação, comicidade física e números clássicos de palhaço. Com mais de 550 apresentações, montagem terá sessões nos dias 29 e 30 de agosto. Como fazer uma mesma história continuar provocando risos depois de mais de 550 apresentações? Para os palhaços Pinguinho & Serragem, parte da resposta está justamente naquilo que nunca se repete

Alexandre Costa
18 de ago.


MAPA DA CULTURA | FESTIVAL INTERNACIONAL DE VIDEODANÇA LEVA 45 OBRAS AO MUSEU DE ARTE DE PORTO ALEGRE
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Selecionados entre 249 inscrições, trabalhos de 22 países e 23 estados brasileiros integram a sétima edição do FIVRS, que pela primeira vez terá projeção presencial no Museu de Arte de Porto Alegre. A programação abre nesta terça-feira (18), na Fundação Ecarta, e a mostra no MAPA começa nesta quarta (19), com entrada franca. O que acontece quando o corpo deixa de ocupar apenas o palco e passa a construir sua linguagem também através d

Alexandre Costa
18 de ago.


MAPA DA CULTURA | “EXPOSTOS” COLOCA A ADOÇÃO NO PALCO PELO OLHAR DE QUEM FOI ADOTADO
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Com direção de Sandra Possani e dramaturgia de Nelson Diniz, espetáculo protagonizado por Carolina Caon e Diego Nardi parte das experiências dos próprios atores para discutir identidade, pertencimento, vínculos familiares e os estereótipos que ainda cercam a adoção. Quem costuma contar as histórias de adoção — e quanto se escuta quem foi adotado? É a partir dessa mudança de perspectiva que Expostos estreia nesta quinta-feira (20), às

Alexandre Costa
18 de ago.


MAPA DA CULTURA | O FOTÓGRAFO QUE ESCONDEU IMAGENS PARA SALVAR A MEMÓRIA DO URUGUAI
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Documentário sobre Aurelio González tem estreia brasileira no CineBancários, em Porto Alegre, com a presença do fotógrafo de 94 anos. A história dos negativos escondidos às vésperas da ditadura uruguaia mostra como preservar uma imagem pode também ser um ato de resistência. O que acontece quando uma ditadura tenta apagar a história, mas alguém consegue esconder as imagens? Em 1973, diante da escalada repressiva que desembocaria no gol

Alexandre Costa
18 de ago.


MAPA DA CULTURA | “CHARGE MESTRA”: TRÊS TRAÇOS PARA ABRIR CABEÇAS
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Exposição reúne cinco décadas da produção de Edgar Vasques, Santiago e Celso Schröder e propõe reconhecer a charge não apenas como humor sobre os acontecimentos, mas como arte, crítica social e documento da memória política e cultural brasileira. Quanto da história de um país cabe em alguns traços, uma legenda e uma provocação? A resposta pode estar nas paredes do Centro Histórico-Cultural Santa Casa, em Porto Alegre, que recebe a par

Alexandre Costa
18 de ago.


MAPA DA CULTURA | SELTON MELLO TRAZ AO RS 40 ANOS DE MEMÓRIAS DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Ator, diretor e produtor recebe o Kikito de Cristal no Festival de Cinema de Gramado e ministra masterclass na PUCRS neste sábado (22). Entre as duas agendas, uma trajetória que passa por personagens populares, direção, memória política e pela crescente circulação internacional do cinema latino-americano. O que uma trajetória individual consegue contar sobre quatro décadas do audiovisual brasileiro? A passagem de Selton Mello pelo Rio

Alexandre Costa
18 de ago.


REPÓRTERES PRECISAM DETALHAR A HISTÓRIA DO “RISCO ELEITORAL BRASILEIRO”, POR CARLOS WAGNER*
Não me lembro quem foi que disse a frase. Mas me lembro onde foi dita e o contexto político da época. Foi falada em um boteco, numa mesa de jornalistas cheia de garrafas vazias, nas primeiras semanas após a publicação da atual Constituição, em 5 de outubro de 1988, numa agradável noite de primavera em Porto Alegre, a capital dos gaúchos. E o contexto político era complicado. A Constituição oficializou a retirada do poder dos militares que haviam dado o golpe de estado em 1964

Alexandre Costa
18 de ago.


A DÍVIDA DO BRASIL COM OS DESAPARECIDOS DA DITADURA - NOTA EDITORIAL - A PORTA DA FRENTE DA HISTÓRIA
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Mais de meio século depois dos anos mais violentos da ditadura, o Brasil conseguiu reconstruir parte importante do funcionamento da repressão, identificar vítimas e agentes envolvidos, recuperar documentos e reconhecer oficialmente a responsabilidade do Estado por graves violações de direitos humanos. Não conseguiu, porém, devolver todos os corpos às famílias nem completar seu processo de justiça de transição. Essa é a contradição que

Alexandre Costa
17 de ago.


A DÍVIDA DO BRASIL COM OS DESAPARECIDOS DA DITADURA - 3ª PARTE - DOUTOR ARAGUAIA E OS CORPOS QUE O ESTADO AINDA NÃO DEVOLVEU
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Para compreender o que significa desaparecer por mais de meio século, é preciso retirar os números dos relatórios e devolver-lhes nomes, famílias e histórias. No Rio Grande do Sul, uma dessas histórias começa em São Leopoldo, passa pela Faculdade de Medicina da UFRGS, atravessa o país e termina — pelo menos até onde foi possível reconstruí-la — na região do Araguaia. João Carlos Haas Sobrinho nasceu em 25 de junho de 1941. Médico e m

Alexandre Costa
17 de ago.


A DÍVIDA DO BRASIL COM OS DESAPARECIDOS DA DITADURA - 2ª PARTE - A VERDADE, A JUSTIÇA E A IMPUNIDADE
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Abrir uma vala, identificar restos mortais e reconstruir as circunstâncias de uma morte são etapas essenciais para enfrentar o legado de uma ditadura. No Brasil, porém, a recuperação da verdade histórica avançou muito mais do que a responsabilização criminal daqueles que participaram de torturas, execuções, desaparecimentos forçados e ocultações de cadáveres. Essa diferença ajuda a explicar uma das principais contradições da transição

Alexandre Costa
17 de ago.


A DÍVIDA DO BRASIL COM OS DESAPARECIDOS DA DITADURA - 1ª PARTE - FAZER OS OSSOS FALAREM
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA O que pode dizer um osso depois de permanecer décadas enterrado sem nome? Para a antropologia forense, muito. Características biológicas, lesões, tratamentos odontológicos, marcas de doenças e outras particularidades podem contribuir para devolver uma identidade aos restos mortais. Quando essas informações são confrontadas com documentos, registros médicos, depoimentos e exames genéticos, aquilo que durante décadas permaneceu identif

Alexandre Costa
17 de ago.


A DÍVIDA DO BRASIL COM OS DESAPARECIDOS DA DITADURA
Mais de 50 anos depois dos crimes cometidos pela repressão, famílias ainda procuram os restos mortais de pessoas mortas e desaparecidas durante a ditadura. Das ossadas de Perus aos desaparecidos da Guerrilha do Araguaia, o Brasil avançou na reconstrução da verdade e no reconhecimento da responsabilidade do Estado, mas continua devendo respostas, responsabilização e o direito elementar de uma família enterrar seus mortos. POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINA DEMOCRÁTICA Como uma dem

Alexandre Costa
17 de ago.
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