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CAPÍTULO 1 - PELA PRIMEIRA VEZ, MILITAR É CONDENADO POR ESTUPRO COMETIDO DURANTE A DITADURA
por ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA Mais de meio século depois dos crimes cometidos nos porões da ditadura militar brasileira, a Justiça Federal proferiu uma decisão considerada histórica. Pela primeira vez, um agente da repressão foi condenado criminalmente pelo estupro de uma presa política durante o regime instaurado em 1964. [ 1][2] A juíza federal substituta Maria Isadora Tiveron Frizão, da 2ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, condenou o sargento reformado do Exérci

Alexandre Costa
5 de ago.


CAPÍTULO 3 - CASO ARACELI: UM CRIME QUE SE TORNOU SÍMBOLO DA IMPUNIDADE DURANTE A DITADURA
por ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA O assassinato da menina de oito anos expôs a influência política e econômica de grupos poderosos, gerou denúncias de interferência nas investigações e permanece, mais de cinco décadas depois, como uma das páginas mais dolorosas da história brasileira. O assassinato de Araceli Crespo, em maio de 1973, não foi um crime de perseguição política nem ocorreu nos centros clandestinos de repressão da ditadura militar. Entretanto, tornou-se um dos epis

Alexandre Costa
5 de ago.


CAPÍTULO 2 - O PACTO DA IMPUNIDADE: POR QUE OS CRIMES DA DITADURA DEMORARAM MAIS DE 50 ANOS PARA CHEGAR AOS TRIBUNAIS
POR ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA Durante décadas, a combinação entre a Lei da Anistia, decisões judiciais, falta de vontade política e o silêncio institucional dificultou a responsabilização de agentes públicos acusados de tortura, assassinatos, desaparecimentos forçados e violência sexual. Quando a juíza federal Maria Isadora Tiveron Frizão condenou o ex-sargento Antônio Waneir Pinheiro de Lima, conhecido como "Camarão", pelos crimes de estupro e cárcere privado contra Inês

Alexandre Costa
5 de ago.


DOSSIÊ ESPECIAL | MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA
por ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA Essa série de matérias busca respostas para um questionamento que se arrasta há décadas. Por que o Brasil demorou tanto para julgar os crimes da ditadura militar? Por meio de dois episódios ocorridos nos anos 1970, buscamos compreender como a impunidade se perpetuou por tanto tempo. A sentença inédita que condenou, pela primeira vez, um agente da repressão por crimes cometidos nos anos de chumbo e o assassinato da menina Araceli Crespo, em m

Alexandre Costa
5 de ago.


MORRE BAGRE FAGUNDES, UM DOS GRANDES GUARDIÕES DA CULTURA GAÚCHA, AOS 86 ANOS, EM PORTO ALEGRE
Cantor, compositor e instrumentista integrou Os Fagundes e ajudou a transformar “Canto Alegretense” e “Origens” em símbolos da identidade cultural do Rio Grande do Sul. O Rio Grande do Sul perdeu, neste domingo (2/8), um de seus grandes representantes culturais. Euclides Fagundes Filho, conhecido como Bagre Fagundes, morreu aos 86 anos, em Porto Alegre. A informação foi confirmada por seu filho Ernesto Fagundes.[1] Bagre estava internado no Hospital Ernesto Dornelles desde ma

Alexandre Costa
3 de ago.


NOSSOS CORPOS LÉSBICOS, NOSSAS MEMÓRIAS, NOSSO FUTURO: EXISTIR, AMAR E PERMANECER VIVAS SÃO ATOS REVOLUCIONÁRIOS, POR SILVANA CONTI*
Não é sobre sermos vistas. É sobre permanecermos vivas. É sobre podermos amar sem que o amor se transforme em sentença. Sobre voltar para casa. Sobre envelhecer de mãos dadas. Sobre fazer do cotidiano um lugar onde o medo deixe de morar. Somos filhas de uma memória antiga. De Safo de Lesbos, que escreveu o amor quando o mundo ainda aprendia a nomeá-lo. De Rosely Roth, que abriu frestas quando quase tudo era muro. De Lurdinha, Claudete, Mary Lúcia, Carla e de tantas outras que

Alexandre Costa
1 de ago.


BRASIL ATINGE MENOR DESEMPREGO DA HISTÓRIA PARA O PERÍODO: POLÍTICAS PÚBLICAS, CRESCIMENTO ECONÔMICO OU UMA COMBINAÇÃO DE FATORES?
POR ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA O Brasil registrou, no trimestre encerrado em junho de 2026, uma taxa de desocupação de 5,4%, o menor índice para o período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), iniciada em 2012. Em relação ao trimestre encerrado em março, quando o desemprego era de 6,1%, houve queda de 0,7 ponto percentual. Na comparação com o mesmo período de 2025 (5,8%), a redução foi de 0,4 ponto percentual. [1]

Alexandre Costa
30 de jul.


DOCUMENTÁRIO SOBRE IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO JÁ ESTÁ NOS CINEMAS
O documentário "Não Sei Viver Sem Palavras", dirigido pelo cineasta e fotógrafo André Brandão, já está nos cinemas brasileiros. O longa apresenta um retrato íntimo de Ignácio de Loyola Brandão, um dos mais importantes escritores brasileiros, que completa 90 anos nesta sexta-feira (31/7). Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 2019, Ignácio de Loyola Brandão construiu uma obra marcada pela crítica social e política. Entre seus livros mais conhecidos estão "Zero",

Alexandre Costa
30 de jul.


ZONA CULTURAL ABRE INSCRIÇÕES PARA A 2ª MOSTRA URGENTE DE ARTES CÊNICAS
Artistas, coletivos e grupos de artes cênicas do Rio Grande do Sul já podem se preparar para participar da 2ª Mostra Urgente de Artes Cênicas — O Futuro é Agora, promovida pela Zona Cultural, em Porto Alegre. As inscrições gratuitas estarão abertas de 3 a 22 de agosto e devem ser realizadas exclusivamente por formulário eletrônico. Serão selecionados cinco projetos inéditos que integrarão uma programação em formato de Residências Criativas, entre novembro de 2026 e janeiro de

Alexandre Costa
30 de jul.


CAPÍTULO 3 - A LEGISLAÇÃO AVANÇOU; A REALIDADE, NEM TANTO
POR ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA A percepção de que a violência política contra mulheres deixava de ser um conjunto de episódios isolados para tornar-se um problema estrutural levou o Congresso Nacional a aprovar, em agosto de 2021, a Lei nº 14.192, considerada o principal marco jurídico brasileiro no enfrentamento da violência política de gênero. A norma alterou o Código Eleitoral e outras legislações para estabelecer mecanismos destinados a prevenir, reprimir e combater con

Alexandre Costa
29 de jul.


CAPÍTULO 2 - UMA DÉCADA QUE MUDOU A POLÍTICA BRASILEIRA
POR ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA Há datas que permanecem registradas nos livros de História. Outras permanecem gravadas na memória coletiva porque alteram a forma como uma sociedade passa a compreender o que considera aceitável. Ao reconstruir os principais episódios da violência política contra mulheres no Brasil, esta reportagem identifica uma sequência de acontecimentos que, somados, ajudam a explicar por que um adesivo utilizado durante uma campanha eleitoral foi interpr

Alexandre Costa
29 de jul.


CAPITULO 1 - QUANDO UMA MULHER É TRANSFORMADA EM ALVO, TODAS RECEBEM O RECADO
POR ALEXANDRE COSTA | JORNALISTA Há um aspecto que costuma escapar das coberturas jornalísticas centradas apenas no fato do dia. Quando uma mulher que exerce mandato, disputa eleições ou ocupa espaço de liderança passa a ser alvo de campanhas de intimidação, o impacto raramente se restringe à sua experiência individual. A violência produz um efeito coletivo. Ela comunica às demais mulheres que ingressar na política pode significar enfrentar um ambiente marcado por humilhaçõe

Alexandre Costa
29 de jul.
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