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FRACASSADOS, PAULO GAIGER*
Vladimir Putin, Benjamin Netanyahu, Abdel Fattah al-Burhan e Donald Trump são quatro homens machos como foram e são os da guerra, do terror, da mentira, da fome, da tortura, da pilhagem, da tirania. Sempre homens, bem mais machos do que homens. Nenhum deles sofre de remorso ou têm empatia e compaixão. Isso são coisas de mulher, devem cavilar desfrutando das imagens de crianças e mulheres estupradas, despedaçadas e assassinadas enquanto coçam o saco e rezam. Seus fiéis seguido

Alexandre Costa
22 de mai.


REPORTAGEM DA "PÚBLICA": MÃES SÃO MAIORIA ENTRE VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO BRASIL, APONTAM PESQUISAS
Um dado atravessa a dor e expõe uma dimensão ainda pouco enfrentada da violência de gênero no país: a maioria das mulheres agredidas no Brasil são mães. Reportagem da jornalista Amanda Audi, publicada pela Agência Pública em 11 de maio de 2026, reúne pesquisas recentes e evidencia como a violência doméstica atinge, de forma recorrente, mulheres que também exercem o papel de cuidadoras e responsáveis por filhos. O levantamento mais contundente vem do DataSenado: em 2025, 74% d

Alexandre Costa
12 de mai.


DUAS DÉCADAS APÓS LANÇAR "A MOSCA AZUL", FREI BETTO ALERTA: O AFASTAMENTO DAS BASES PODE DEFINIR O RUMO DA ELEIÇÃO
Em um dos diagnósticos mais incisivos sobre o momento político brasileiro, o teólogo e escritor Frei Betto acendeu um sinal de alerta para a esquerda ao analisar, em entrevista ao canal Brasil 247, os rumos do campo progressista às vésperas de mais um ciclo eleitoral decisivo. A análise foi publicada pela Revista Fórum no dia 11 de maio de 2026 e retoma uma crítica histórica que, segundo ele, deixou de ser advertência para se tornar consequência concreta. A entrevista origina

Alexandre Costa
12 de mai.


ELEITORADO IDOSO CRESCE, MAS O BRASIL AINDA DEVE PROTEÇÃO E VIDA DIGNA A QUEM ENVELHECE
O Brasil envelheceu — e as urnas também. Artigo de Paulo Baía, publicado originalmente no Agenda do Poder em 14 de abril de 2026 e reproduzido pelo Instituto Humanitas Unisinos (IHU) em 16 de abril de 2026, mostra que o eleitorado com 60 anos ou mais cresceu 74% desde 2010, muito acima da expansão geral do eleitorado brasileiro, que foi de cerca de 15% no mesmo período [1]. A mudança é profunda. Em 2010, o país tinha 20,8 milhões de eleitores idosos. Em 2026, são 36,2 milhões

Alexandre Costa
12 de mai.


ENTIDADES DA SOCIEDADE CIVIL LANÇAM MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA, DO EQUILÍBRIO ENTRE OS PODERES E DO VOTO
Ilustração da capa: Fotomontagem dos edifícios dos Três Poderes da República em Brasília, DF. PUBLICADO ORIGINALMENTE EM: red.org.br Documento divulgado por entidades da sociedade civil denuncia a concentração de poder no Congresso Nacional, critica o avanço das emendas parlamentares e conclama as forças democráticas a priorizarem també

Alexandre Costa
6 de mai.


PARTE 3 — POR QUE O SISTMA DÓLAR-PETRÓLEO-ARMAS ESTÁ SOB PRESSÃO E PRESTES A EXPLODIR
POR ALEXANDRE COSTA Nas duas primeiras partes desta série, mostramos como se consolidou a engrenagem que articulou petróleo cotado em dólar, poder militar e indústria bélica como pilares da hegemonia norte-americana ao longo das últimas décadas. Esse sistema não desapareceu. Mas enfrenta pressões estruturais relevantes. A transição energética, a reorganização geopolítica global, a ascensão da China, o fortalecimento dos BRICS e o debate sobre alternativas ao dólar indicam mud

Alexandre Costa
24 de abr.


PARTE 1 — QUANDO A GUERRA ENRIQUECE: COMO O COLAPSO DO ORIENTE MÉDIO BENEFICIA A ECONOMIA DOS EUA
POR ALEXANDRE COSTA Em março de 2026, com a escalada da tensão no Estreito de Ormuz — onde ataques a navios-tanque e manobras militares iranianas ameaçavam o fluxo de cerca de 20% do petróleo consumido no mundo [1][2] — o secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, anunciou a liberação de 172 milhões de barris da Reserva Estratégica de Petróleo (SPR) [3]. Na superfície, uma resposta emergencial ao risco de desabastecimento global. Na prática, mais um movimento den

Alexandre Costa
24 de abr.


PARTE 2 — COMO OS EUA CONTROLAM O PETRÓLEO GLOBAL: QUANDO TEM ALIADO, USA. QUANDO NÃO TEM, INVENTA
POR ALEXANDRE COSTA A engrenagem dólar-petróleo-armas não opera sozinha. Ela depende de alianças estratégicas, presença militar, controle diplomático e, em muitos casos, da construção de justificativas políticas para intervenções econômicas ou bélicas. Quando há aliados regionais fortes, eles funcionam como peças centrais dessa arquitetura. Quando não há, surgem sanções, bloqueios, isolamento diplomático e, em alguns casos, pretextos que mais tarde se revelam frágeis ou inco

Alexandre Costa
24 de abr.


A MÁQUINA DO LUCRO: COMO OS EUA TRANSFORMAM CRISES GLOBAIS EM RIQUEZA
POR ALEXANDRE COSTA A partir de pesquisa sobre o sistema dólar-petróleo-armas, o Esquina Democrática elaborou esta série de três reportagens para analisar como funciona a estrutura econômica e geopolítica que articula especulação financeira, poder militar e disputa pela hegemonia global. Você já parou para pensar por que guerras e crises internacionais costumam provocar aumentos no preço dos combustíveis? Por que conflitos no Oriente Médio frequentemente impactam o dólar, os

Alexandre Costa
24 de abr.


COMITÊ EM DEFESA DA DEMOCRACIA COMEMORA 10 ANOS E REAFIRMA COMPROMISSO DE ENFRENTAR O FASCISMO NO RS E NO BRASIL
por Alexandre Costa Há encontros que não são apenas uma reunião de pessoas. São travessias que ficam guardados na memória e no coração. E a festa de 10 anos do Comitê em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito, na noite da sexta-feira, 17 de abril, em Porto Alegre, foi um destes episódios que são bem maiores do que a própria celebração. Para além das presenças de importantes quadros políticos da esquerda do Rio Grande do Sul, a festa representou a síntese de

Alexandre Costa
22 de abr.


BRASIL 2026: ENTRE DADOS, PERCEPÇÕES E NARRATIVAS — COMO SE DECIDE O VOTO EM UM PAÍS SOB TENSÃO, POR BENEDITO TADEU CÉSAR*
As eleições de 2026 serão as mais decisivas desde a redemocratização, não apenas pelo confronto entre projetos políticos, mas pelo grande risco de avanço das forças autoritárias. Mais do que nunca, indicadores isolados — econômicos, sociais ou de segurança — não explicam, por si, o comportamento eleitoral. Análise eleições Brasil O Brasil vive um descompasso entre dados objetivos e experiência cotidiana: o emprego cresce e a pobreza recua, mas o custo de vida, a desigualdade

Alexandre Costa
14 de abr.


FIM DA ESCALA 6x1: ESCALA 5x2 IMEDIATA COMO PROJETO DE PAÍS PARA AS MULHERES E A CLASSE TRABALHADORA, POR SILVANA CONTI*
As mulheres sustentam a vida e pagam o preço mais alto da organização desigual do tempo. São elas que mantêm o trabalho funcionando, que garantem o cuidado, que seguram tudo mesmo quando o corpo já deu o limite. A implementação imediata da escala 5x2 muda esse lugar: afirma que o tempo das mulheres não está disponível para a exaustão permanente e o reconhece como direito. Mais tempo significa mais autonomia, mais presença na vida pública e mais poder sobre a própria vida. A e

Alexandre Costa
14 de abr.
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