COLAPSO NA SAÚDE EM PORTO ALEGRE
- Alexandre Costa

- 6 de jul.
- 1 min de leitura
Atualizado: 8 de jul.
Série com quatro matérias mostra a ampliação das terceirizações e o aumento dos gastos, com indicadores cada vez piores
POR ALEXANDRE COSTA / JORNALISTA

Ao longo de quatro reportagens, o Esquina Democrática apresenta como Porto Alegre chegou a um modelo em que quase toda a Atenção Primária é administrada por organizações privadas. A série reúne documentos, dados oficiais e análises sobre terceirização, financiamento, contratos, condições de trabalho e os impactos desse processo para os profissionais da saúde e para a população usuária do SUS.
Durante anos, a promessa foi repetida como um mantra por sucessivas administrações municipais: terceirizar a gestão das unidades de saúde tornaria o atendimento mais eficiente, reduziria custos e ampliaria o acesso da população aos serviços públicos. Porém, após uma década de expansão desse modelo em Porto Alegre, pesquisas acadêmicas, decisões judiciais, dados oficiais e reportagens investigativas apontam para uma realidade bem diferente. Os gastos cresceram, indicadores da Atenção Primária pioraram, a cobertura dos agentes comunitários continua insuficiente e a rede municipal tornou-se cada vez mais dependente de organizações privadas para executar uma das principais políticas públicas do município.
LEIA OS QUATRO CAPÍTULOS DA SÉRIE 1ª PARTE: O SUS EM DISPUTA: A DÉCADA QUE MUDOU A SAÚDE PÚBLICA EM PORTO ALEGRE 2ª PARTE: MAIS GASTOS, PIORES INDICADORES E A CRISE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM PORTO ALEGRE 3ª PARTE: A CRISE DA TERCEIRIZAÇÃO CHEGA ÀS UNIDADES DE SAÚDE DE PORTO ALEGRE 4ª PARTE: QUANDO A CRISE DA GESTÃO CHEGA À MACA, À FILA E AO PACIENTE 📲 CURTA, COMPARTILHE, COLABORE E CONTRIBUA
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