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MARCHA ANTIFASCISTA CONSOLIDA PORTO ALEGRE COMO REFERÊNCIA GLOBAL DE RESISTÊNCIA E LUTA
POR REDAÇÃO | ESQUINADEMOCRATICA.COM.BR No dia em que completou 254 anos, Porto Alegre voltou a ser palco de mobilização política. O ato de abertura da 1ª Conferência Internacional Antifascista, realizado no final da tarde de quinta-feira (26/3), reuniu milhares de pessoas no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico da capital gaúcha. A Marcha Antifascista mobilizou organizações não governamentais, movimentos sociais, estudantes, centrais de trabalhadores, sindicatos, coletivo

Alexandre Costa
27 de mar.


PARTE 3 — FOME GLOBAL, ECONOMIA DO APOCALIPSE E O ALERTA DO PRESENTE
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINADEMOCRATICA.COM.BR Se uma guerra nuclear eclodisse hoje, o primeiro estágio seria a devastação imediata: destruição de cidades, mortes em massa, colapso de hospitais, energia, telecomunicações, água, transportes e cadeias logísticas. Mas esse seria apenas o começo. O segundo estágio é o que os estudos climáticos chamam de inverno nuclear: a fuligem produzida por incêndios urbanos massivos alcançaria a atmosfera, reduziria a luz solar, derrubaria t

Alexandre Costa
20 de mar.


PARTE 2 — HIROSHIMA, NAGASAKI E AS LIÇÕES NÃO APRENDIDAS
POR ALEXANDRE COSTA| ESQUINADEMOCRATICA.COM.BR A história já mostrou, em escala real, o que significa cruzar o limite nuclear. Em 6 de agosto de 1945, Hiroshima foi destruída pela bomba “Little Boy”. A cidade informa que tinha cerca de 350 mil pessoas no momento do ataque; estimativas consolidadas apontam cerca de 140 mil mortos até o fim daquele ano. Três dias depois, Nagasaki foi atingida pela “Fat Man”, e as estimativas mais aceitas situam em torno de 74 mil as mortes até

Alexandre Costa
20 de mar.


PARTE 1 - O PONTO DE NÃO RETORNO
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINADEMOCRATICA.COM.BR O mundo vive um desses momentos em que a história parece comprimir o tempo. Por anos o tema Terceira Guerra Mundial foi tratado como uma hipótese, mas agora a possibilidade de um conflito nuclear voltou ao centro do cálculo estratégico das grandes potências mundiais. [1][2] O risco já não decorre de uma única guerra ou de um único líder, mas da convergência entre conflitos regionais prolongados, rearmamento nuclear, erosão de

Alexandre Costa
19 de mar.


TERCEIRA GUERRA MUNDIAL E O RISCO NUCLEAR: RELÓGIO DO APOCALIPSE, ARSENAIS E FOME GLOBAL
POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINADEMOCRATICA.COM.BR Março de 2026 marca um momento crítico na geopolítica global, com tensões em múltiplas frentes. Nunca estivemos tão próximo de uma Terceira Guerra Mundial, o que representa um risco iminente para a humanidade. Neste especial, dividido em três partes, analisamos os arsenais de guerra das grandes potências mundiais e projetamos cenários catastróficos. A história já mostrou, em escala real, o que significa cruzar o limite nuclear

Alexandre Costa
19 de mar.


8 DE MARÇO: O CORPO QUE LUTA, A VOZ QUE NÃO SE CALA E A GEOGRAFIA DAS MULHERES
POR ALEXANDRE COSTA O texto é uma homenagem a todas as mulheres do mundo e, em especial, à minha mãe, Eunice Costa, que hoje (5/3) completa 92 anos de vida. Há um corpo que caminha. Começa nos pés — tantas vezes descalços, tantas vezes apressados — que aprendem cedo o peso do mundo. Pés que atravessam ruas, fábricas, cozinhas, salas de aula, hospitais, redações. Pés que marcham no 8 de Março, que ocupam avenidas e praças, que batem no chão como quem diz: estamos aqui. As pern

Alexandre Costa
5 de mar.


AS RAÍZES DA RESISTÊNCIA: HISTÓRIA, AMEAÇAS E A ARTICULAÇÃO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO (1985–2025) (PARTE III)
Criada em 1985, a Trensurb nasceu para enfrentar um problema estrutural na Região Metropolitana de Porto Alegre: a ausência de integração entre cidades e a dependência quase absoluta do transporte rodoviário controlado por consórcios privados. Instalou-se, naquele momento, o primeiro conflito silencioso: um sistema ferroviário estatal eficiente representava ameaça direta aos interesses econômicos do setor de ônibus, que dominava historicamente o transporte urbano e intermunic

Alexandre Costa
26 de fev.


TRENSURB RESISTE À PRIVATIZAÇÃO EM UM BRASIL QUE ESTÁ A SERVIÇO DO LUCRO E DO MERCADO
Esta matéria especial ( em três partes) tem um objetivo central: mostrar por que a Trensurb deve permanecer pública, estatal e comprometida com a população , e por que sua privatização representa um risco real à mobilidade, ao direito à cidade e ao futuro da Região Metropolitana de Porto Alegre. Ao reconstituir a história das privatizações no Brasil, detalhar a resistência social e revelar as articulações políticas até 2025, o Esquina Democrática reafirma sua posição: a Tren

Alexandre Costa
26 de fev.


A DEFESA DA TRENSURB ESTATAL: UM MARCO CONTRA O LUCRO PRIVADO (2024–2025) (PARTE II)
“A Trensurb é patrimônio do povo gaúcho, um serviço público essencial que não pode ser entregue ao lucro privado.”, disse o senador Paulo Paim, no Plenário do Senado Federal, na quarta-feira (25/2). O pronunciamento do senador Paim é um alerta diante da confirmação de que a empresa — com mais de 40 anos de operação ininterrupta — segue no Plano Nacional de Desestatizações, mesmo após intensa mobilização social. A possibilidade de privatização da Trensurb, que desde 1985 inte

Alexandre Costa
25 de fev.


A HISTÓRIA DAS PRIVATIZAÇÕES E O RISCO DE REPETIR O MESMO ERRO COM A TRENSURB (PARTE I)
Por quatro décadas, o Brasil tem sido palco de um dos maiores e mais controversos experimentos de desestatização do mundo. Desde o início tímido dos anos 1980 até o radicalismo privatista consolidado entre 1995 e 2002, passando pelas concessões reguladas nos governos Lula e Dilma e retomando força no ultraliberalismo de Temer e Bolsonaro, a venda de empresas públicas moldou profundamente a economia, o Estado e a vida cotidiana da população brasileira [1][2][3]. Hoje, no centr

Alexandre Costa
25 de fev.
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