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VITÓRIA DE LULA E OS DESAFIOS DE GOVERNAR UM BRASIL PARTIDO

há 4 horas
11 min de leitura

Reeleição do presidente, vitórias em capitais estratégicas e recuperação parcial do PT contrastam com o avanço da direita no Congresso e nos governos estaduais. Duas décadas depois do mensalão, a esquerda busca reconstruir sua influência em uma sociedade profundamente polarizada.


POR ALEXANDRE COSTA | ESQUINADEMOCRATICA.COM.BR


A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, neste domingo (25/10), com 64,2 milhões de votos, representa muito mais do que a conquista de um quarto mandato presidencial. Foi uma vitória histórica, marcada pela participação e pelo engajamento de milhões de brasileiros, que saíram às ruas e também se dispuseram a lutar no Exército de Lula, comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

A virada de Lula contra Flávio Bolsonaro no segundo turno pode indicar o início de um novo ciclo no cenário político do Brasil. Depois de duas décadas marcadas por crises e denúncias de corrupção, pelo golpe contra Dilma Rousseff e pela prisão do próprio Lula (leia mais abaixo), o resultado das urnas revela uma contradição: de um lado a reeleição de Lula; de outro, a ampliação da bancada de direita no Congresso Nacional e nos governos estaduais.


Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula recebeu 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos válidos, contra 59.826.041 votos (48,21%) de Flávio Bolsonaro. A diferença de mais de 4 milhões de votos em favor de Lula é pequena em relação aos quase 60 milhões de brasileiros que escolheram o candidato do PL. No entanto, o resultado em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém podem indicar a recuperação do prestígio político da esquerda, que definhou ao longo das últimas duas décadas.


DO MENSALÃO AO GOLPE CONTRA DILMA: A EROSÃO DO PRESTÍGIO

A chegada de Lula à Presidência, em 2002, foi um marco da história brasileira. Um ex-metalúrgico e dirigente sindical, fundador do Partido dos Trabalhadores, alcançava o principal cargo da República apoiado por uma ampla coalizão política e social. Naquele ano, o PT conquistou 91 cadeiras na Câmara dos Deputados, consolidando sua força parlamentar.

O escândalo do mensalão, em 2005, produziu uma ruptura importante na imagem do partido, que havia construído parte de sua identidade pública na defesa da ética política. A crise atingiu dirigentes históricos e abalou a confiança de setores da sociedade, embora não tenha impedido a reeleição de Lula, em 2006, com 60,83% dos votos válidos.


Em 2010, Lula conseguiu eleger Dilma Rousseff, que venceu com 56,05% dos votos. Entretanto, as manifestações de junho de 2013, inicialmente motivadas pelo aumento das tarifas do transporte público, revelaram insatisfações mais amplas. A mobilização reuniu demandas diversas e, progressivamente, também abriu espaço para discursos antipartidários e movimentos conservadores.


A crise econômica, o desgaste do governo e as investigações da Operação Lava Jato aprofundaram o ambiente de instabilidade. Dilma foi reeleita em 2014 com 51,64% dos votos válidos, mas perdeu o mandato em 2016, após um processo de impeachment aprovado pelo Congresso Nacional.


Embora realizado por meio dos procedimentos constitucionais, o impeachment foi um golpe articulado para romper com os sucessivos governos do PT. Para setores da esquerda e juristas críticos ao processo, a destituição representou uma ruptura democrática sem demonstração suficiente de crime de responsabilidade. Seus defensores sustentam a legalidade da decisão e a existência de fundamentos jurídicos para o afastamento.


O episódio, independentemente das interpretações, marcou uma mudança profunda na correlação de forças políticas e abriu caminho para uma agenda de reformas econômicas e trabalhistas que se distanciava do projeto eleito em 2014 [2][3].


A PRISÃO DE LULA E A ASCENSÃO DO BOLSONARISMO

A prisão de Lula, em abril de 2018, retirou da disputa presidencial o principal líder eleitoral da esquerda. Naquele ano, Jair Bolsonaro venceu Fernando Haddad com 55,13% dos votos válidos, consolidando um movimento político de extrema direita que reunia antipetismo, conservadorismo religioso, militarismo, liberalismo econômico e discursos de confronto com instituições democráticas.


A ascensão do bolsonarismo não pode ser explicada exclusivamente pela rejeição ao PT. Também resultou da insatisfação com a política tradicional, da crise de representação, da insegurança econômica e da capacidade de mobilização junto à população.

Em 2021, o Supremo Tribunal Federal anulou as condenações de Lula relacionadas à Lava Jato, reconhecendo a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar os processos. A decisão restabeleceu seus direitos políticos, sem constituir, por si só, um julgamento definitivo sobre o mérito de todas as acusações [4].

Principais pontos sobre a condução e a prisão:

  • Condução coercitiva (2016): Em março de 2016, Lula foi conduzido coercidamente para depor por ordem de Sérgio Moro. Especialistas em direito e ministros do STF apontaram que a medida foi ilegal, pois o Código de Processo Penal só permite condução forçada caso a pessoa seja intimada a comparecer e se recuse sem justificativa, o que não havia ocorrido.


  • Suspeição de Sérgio Moro: Em 23 de março de 2021, a Segunda Turma do STF julgou Sérgio Moro parcial e com motivação política ao condenar Lula no caso do tríplex do Guarujá.


  • Anulação das condenações: Em março de 2021, o ministro Edson Fachin, decisão confirmada pelo Plenário do STF, anulou todas as condenações impostas a Lula pela 13ª Vara Federal de Curitiba (sob comando de Moro), devolvendo-lhe os direitos políticos.


  • Tempo de prisão: Lula ficou preso por 580 dias na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, entre abril de 2018 e novembro de 2019, quando o STF alterou a jurisprudência sobre o cumprimento de pena após condenação em segunda instância.


O retorno de Lula à Presidência em 2022, com 50,90% dos votos válidos, interrompeu a permanência de Jair Bolsonaro no poder, mas não desarticulou o movimento político organizado em torno do ex-presidente.


A eleição de 2026 confirma essa realidade. Mesmo sem Jair Bolsonaro na disputa, Flávio Bolsonaro conquistou quase 60 milhões de votos, demonstrando a capacidade de continuidade eleitoral do bolsonarismo.


A RECUPERAÇÃO DO PT NÃO ACOMPANHA A FORÇA ELEITORAL DE LULA

A trajetória parlamentar do PT ajuda a compreender os limites dessa reconstrução. O partido elegeu 91 deputados federais em 2002. Em 2014, conquistou 69 cadeiras e, em 2018, caiu para 56, seu pior resultado nesse intervalo. Em 2022, recuperou 69 representantes e, agora, em 2026, elegeu 70 deputados.


Os números indicam recuperação em relação ao período mais agudo da crise, mas também mostram que o PT permanece distante da representação parlamentar que possuía no início dos governos Lula [5].


A comparação com o Partido Liberal revela uma transformação ainda mais significativa. Em 2022, o PL elegeu 97 deputados federais. Em 2026, conquistou 121, tornando-se a maior bancada da Câmara, com 23,6% das 513 cadeiras.


A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, cresceu de 82 para 88 deputados. O PSB manteve 15 cadeiras, assim como a federação PSOL-Rede. O PDT, por sua vez, caiu de 16 para apenas seis representantes [5].


O contraste é evidente. Enquanto Lula demonstra capacidade de construir maiorias eleitorais nacionais, a esquerda não consegue transformar essa força presidencial em crescimento parlamentar equivalente.


A votação em Lula reúne setores que ultrapassam as fronteiras tradicionais da esquerda, incluindo eleitores de centro e segmentos que rejeitam o bolsonarismo sem necessariamente aderir ao programa político do PT.


Essa diferença entre liderança presidencial e representação partidária será determinante para o próximo governo.


UM CONGRESSO MAIS CONSERVADOR E OS LIMITES DA GOVERNABILIDADE

No Senado, a situação também será desafiadora. Conforme levantamento atualizado pela Agência Senado após o segundo turno, o PL deverá ocupar 29 das 81 cadeiras a partir de fevereiro de 2027. O PT terá dez senadores, enquanto MDB, PP e outras legendas ocuparão posições importantes na formação das maiorias [6].


O resultado fortalece o poder de negociação dos partidos conservadores e amplia a influência do PL nas decisões legislativas. Entretanto, a composição partidária não significa que todos os parlamentares de centro e direita atuarão de maneira uniforme. O Congresso brasileiro é marcado por negociações, alianças variáveis e interesses regionais que nem sempre seguem a divisão entre governo e oposição.


A governabilidade dependerá da capacidade de Lula de construir acordos sem abandonar os compromissos políticos e sociais que sustentaram sua reeleição.


O desafio envolve a aprovação de projetos, a execução do orçamento, as relações com governadores e a disputa por prioridades nacionais. Em um Congresso fragmentado, a negociação será indispensável, mas poderá impor limites à implementação de propostas defendidas pelo campo progressista.


OS GOVERNOS ESTADUAIS REVELAM A FORÇA DA DIREITA

O resultado das eleições estaduais reforça o cenário de recuperação desigual da esquerda.

O PL conquistou seis governos: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia e Roraima. O PT manteve quatro estados nordestinos: Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte [7]. O Republicanos também elegeu quatro governadores, incluindo São Paulo e Minas Gerais. PSD e PP ampliaram sua presença regional.


A vitória de Luciano Zucco, do PL, no Rio Grande do Sul, oferece um exemplo particularmente significativo. Enquanto o eleitorado gaúcho deu maioria a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial, Porto Alegre votou majoritariamente em Lula. O mesmo contraste aparece em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde o petista venceu nas capitais, mas o comando dos governos estaduais ficou com forças conservadoras.


Esses resultados demonstram que o voto presidencial não se transfere automaticamente para candidatos a outros cargos. A popularidade de Lula é um patrimônio eleitoral relevante, mas insuficiente para assegurar a recuperação política da esquerda nos estados e municípios.


A UNIDADE POLÍTICA COMO CONDIÇÃO PARA A RECONSTRUÇÃO

Os resultados também impõem uma reflexão sobre as relações internas do campo progressista. A esquerda brasileira reúne diferentes tradições partidárias, sindicais, populares e intelectuais. Essa diversidade é uma riqueza democrática, mas as disputas autofágicas, o sectarismo e a competição permanente por protagonismo frequentemente enfraquecem projetos coletivos.


A experiência eleitoral de 2026 demonstrou a importância da mobilização popular, da articulação política e da disputa de narrativas nas redes sociais. A atuação de André Janones e do chamado Exército do Lula integrou esse esforço de comunicação, ao lado da participação de militantes, movimentos sociais, artistas e cidadãos que ocuparam as ruas em defesa da reeleição.


Mas a reconstrução da esquerda não pode depender exclusivamente de campanhas presidenciais. Exige organização permanente, formação política, presença nos locais de trabalho, nas periferias, nas universidades e nos espaços de participação social.


Também será necessário compreender por que parcelas dos trabalhadores e das camadas populares passaram a apoiar candidaturas conservadoras. Essa questão não pode ser respondida apenas com críticas à desinformação ou ao comportamento dos eleitores. Exige investigar condições materiais de vida, insegurança, expectativas sociais e mudanças nas formas de comunicação e representação política.


A unidade, nesse contexto, não significa pensamento único. Significa maturidade para compreender que diferenças legítimas não devem impedir a construção de objetivos comuns.


AS CAPITAIS E O MAPA DE UMA RECONSTRUÇÃO POLÍTICA

A votação nas capitais brasileiras oferece uma dimensão importante dessa disputa.

Lula venceu em 13 das 27 capitais, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Flávio Bolsonaro venceu em 14, entre elas Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Brasília e Manaus [8].

Em São Paulo, maior cidade do país, Lula conquistou 55,50% dos votos válidos, abrindo vantagem de aproximadamente 766 mil votos sobre Flávio Bolsonaro. O resultado ganha importância porque o candidato do PL venceu no conjunto do estado, demonstrando comportamentos eleitorais distintos entre a capital e o interior.

No Rio de Janeiro, berço político da família Bolsonaro, Lula reverteu o resultado do primeiro turno e venceu com 51,54%. A vitória possui significado político especial, embora não represente o desaparecimento da influência bolsonarista na cidade e no estado.

Em Porto Alegre, Lula alcançou 55,84% dos votos válidos, contra 44,16% de Flávio Bolsonaro. A capital gaúcha, que projetou internacionalmente experiências como o Orçamento Participativo e o Fórum Social Mundial, reafirmou a existência de uma base eleitoral progressista expressiva.

O resultado contrasta com a vitória de Flávio Bolsonaro no Rio Grande do Sul e com a eleição de um governador do PL. Também evidencia a distância entre a votação presidencial e a capacidade da esquerda de reconquistar o governo municipal.

No Nordeste, os resultados foram particularmente expressivos: Salvador deu 73,23% dos votos a Lula; Teresina, 67,98%; Recife, 61,27%; Fortaleza, 60,07%; e São Luís, 62,05%. A região permanece como uma das principais bases eleitorais do presidente.

Em Belém, Lula venceu com 55,01%, enquanto Macapá registrou uma virada no segundo turno, com 50,99% dos votos para o petista. O mapa também revela os limites dessa recuperação. Em Belo Horizonte, Flávio Bolsonaro venceu por margem estreita, com 50,80%. Em Curitiba, alcançou 62,29%; em Florianópolis, 51,66%; em Brasília, 54,28%; e em Manaus, 55,83%.

A disputa nas capitais mostra que a recuperação eleitoral da esquerda é real, mas territorialmente desigual. Existem centros urbanos onde Lula conserva ou ampliou sua força, enquanto outras cidades permanecem sob predominância conservadora. Para Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, a questão central será transformar essa votação presidencial em organização política, propostas locais e candidaturas competitivas. A esquerda terá de demonstrar capacidade de dialogar com problemas concretos das cidades, como transporte, moradia, saúde, educação, segurança pública e desigualdade urbana.

GOVERNAR UM BRASIL PARTIDO E RECONSTRUIR A CONFIANÇA

A reeleição de Lula representa uma vitória importante para as forças democráticas e progressistas, mas não encerra a disputa pelos rumos do Brasil. O resultado das urnas indica que a esquerda recuperou parte de sua capacidade de mobilização e competitividade eleitoral. Entretanto, a ampliação da representação parlamentar do PL e a conquista de governos estaduais por forças conservadoras demonstram que a correlação de forças permanece desfavorável em áreas importantes do poder institucional.

A reconstrução do prestígio político da esquerda dependerá menos das comemorações eleitorais e mais da capacidade de transformar compromissos em resultados concretos. Emprego, renda, educação, saúde, segurança, soberania nacional e redução das desigualdades continuarão sendo fundamentais para recuperar a confiança de setores da população.

Será necessário governar para todos, sem renunciar ao projeto escolhido pela maioria. Dialogar com os que pensam diferente não significa aceitar a desinformação, a intolerância ou ataques às instituições democráticas. Da mesma forma, defender princípios não dispensa a construção de acordos políticos legítimos.

A história recente demonstra que vitórias eleitorais não garantem hegemonia social duradoura. O PT chegou ao poder com enorme expectativa popular, enfrentou crises profundas, perdeu espaço, recuperou a Presidência e agora inicia um novo mandato diante de uma oposição ainda mais organizada institucionalmente.

A vitória de Lula abre uma oportunidade histórica. Mas a reconstrução da esquerda exigirá reconhecer erros, superar divisões, recuperar vínculos sociais e compreender as transformações de um país que já não é o mesmo de 2002. O Brasil escolheu seu presidente. A disputa por seu futuro, entretanto, continuará sendo travada no Congresso, nos governos estaduais, nas cidades, nos locais de trabalho e na vida cotidiana da população.

Lula venceu a eleição. A esquerda ainda precisa reconstruir sua força política. E o Brasil, dividido nas urnas, precisa reencontrar caminhos para conviver democraticamente com suas diferenças.


EM NÚMEROS — ELEIÇÕES 2026

  • 64.256.232 votos: Lula, reeleito com 51,79% dos válidos.

  • 59.826.041 votos: Flávio Bolsonaro, com 48,21%.

  • 4.430.191 votos: vantagem de Lula no segundo turno.

  • 19,2%: abstenção aproximada no segundo turno, abaixo dos 21,08% do primeiro.

  • 121 deputados: bancada eleita pelo PL.

  • 88 deputados: Federação PT-PCdoB-PV, sendo 70 do PT.

  • 29 senadores: composição projetada do PL para 2027.

  • 10 senadores: composição projetada do PT.

  • 6 governos estaduais: conquistados pelo PL.

  • 4 governos estaduais: conquistados pelo PT.

  • 13 capitais: vencidas por Lula.

  • 14 capitais: vencidas por Flávio Bolsonaro. AS PRINCIPAIS CAPITAIS — RESULTADOS CONFIRMADOS

    Segundo turno de 2026 · Percentuais dos votos válidos

Capital

Lula

Flávio Bolsonaro

Vencedor

São Paulo

55,50%

44,50%

Lula

Rio de Janeiro

51,54%

48,46%

Lula

Porto Alegre

55,84%

44,16%

Lula

Salvador

73,23%

26,77%

Lula

Recife

61,27%

38,73%

Lula

Fortaleza

60,07%

39,93%

Lula

Belém

55,01%

44,99%

Lula

Belo Horizonte

49,20%

50,80%

Flávio

Brasília (DF)

45,72%

54,28%

Flávio

Curitiba

37,71%

62,29%

Flávio

Florianópolis

48,34%

51,66%

Flávio

Manaus

44,17%

55,83%

Flávio

Fonte: levantamento por capital com dados do TSE, publicado por UOL e Veja.

UOL Notícias+1


FONTES PARA CHECAGEM

[1] Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — Resultado oficial do segundo turno presidencial de 2026.

O que comprova: votação nominal, percentuais dos candidatos, comparecimento e abstenção.

[2] Tribunal Superior Eleitoral — Série histórica dos resultados eleitorais.

O que comprova: resultados presidenciais e legislativos das eleições anteriores, incluindo 2002, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022.

[3] Senado Federal — Histórico do impeachment de Dilma Rousseff.

O que comprova: tramitação e conclusão do processo de impeachment em 2016.

[4] Supremo Tribunal Federal — Decisões sobre as condenações de Lula na Lava Jato.

O que comprova: anulação das condenações pela incompetência da Justiça Federal de Curitiba.

[5] Agência Senado — Composição da Câmara dos Deputados eleita em 2026.

O que comprova: bancadas eleitas pelo PL, Federação Brasil da Esperança e demais partidos, com comparação em relação a 2022.

[6] Agência Senado — Composição do Senado Federal para 2027.

O que comprova: projeção das bancadas partidárias após o segundo turno, considerando substituições e mandatos em continuidade.

[7] Agência Brasil — Governadores eleitos em 2026.

O que comprova: distribuição dos governos estaduais entre os partidos, incluindo seis do PL e quatro do PT.

[8] UOL — Resultado presidencial nas 27 capitais brasileiras.

O que comprova: resultados do segundo turno nas capitais, com percentuais e identificação dos vencedores.

 
 
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