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MINISTRO DA SECOM, PAULO PIMENTA, DEFENDE A LIBERDADE DE IMPRENSA E COMBATE A FAKE NEWS


No seu discurso de posse como ministro da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) ressaltou seu desejo de manter um bom relacionamento com a imprensa. Pimenta afirmou que não haverá mais ”cercardinho”, referindo-se a um símbolo da cobertura da imprensa durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro. À frente da Secom, o gaúcho de Santa Maria disse que vai trabalhar para frear as notícias falsas e a desinformação, além de recuperar a imagem do Brasil, como um país democrático e aberto aos debates mundiais no cenário internacional.


Jornalista e técnico agrícola formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Paulo Pimenta foi reeleito para o sexto mandato como deputado federal, com 223.109 votos, a maior votação da história do PT para a câmara federal no Rio Grande do Sul e o terceiro gaúcho mais votado nas eleições de outubro de 2022. Aos 57 anos, o ministro será responsável pelas políticas de comunicação e pelo relacionamento do governo Lula com a mídia.

"No governo do presidente Lula não haverá muros, nem cercadinhos. Não haverá ofensas, ameaças ou violência. Haverá fatos, argumentos e muito trabalho. Faremos isso com responsabilidade e respeito a todos envolvidos no processo de informação do país. A comunicação governamental precisa voltar a ser uma via de acesso seguro, confiável e com credibilidade para que o Brasil percorra uma estrada tranquila rumo ao país que queremos construir”, destacou o ministro.


COMBATE ÀS FAKE NEWS "Combater as fake news não é uma tarefa fácil e não é uma tarefa simples. Temos que fazer com responsabilidade e com cuidado essa discussão no Brasil", ressaltou. Pimenta acredita que o caminho para uma imprensa livre e democrática passa pelo acesso dos jornalistas às fontes. "É preciso assegurar que eles possam levantar suas questões aos representantes do governo federal sem que sejam tomados pelo receio de serem atacados ou humilhados, simplesmente por cumprirem suas funções."


CRÍTICAS A BOLSONARO Paulo também criticou a forma como o governo anterior propagou desinformação, principalmente por meio de canais oficiais. “A comunicação de governo precisa recuperar a capacidade e a credibilidade para ser um difusor de informações relevantes, com parâmetros para que se possa separar o joio do trigo. Nos últimos anos, houve uma deliberada confusão nessas ações. A falta de credibilidade de autoridades, que se distanciaram da verdade e dos fatos, alimentou uma indústria que atrapalhou até mesmo no combate ao vírus da covid-19. A desinformação mata. Não queremos nunca mais passar por esse tormento”, argumentou o ministro.


Pimenta afirmou que as posições técnicas e científicas devem se sobrepor às questões ideológicas, posição que também vale para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A intenção é que a NBR e a TV Brasil voltem a ter papéis específicos. "A NBR voltará a ter sua função de TV governamental e terá como objetivo comunicar as ações do governo, enquanto a TV Brasil seguirá como uma TV pública, prezando sempre pela qualidade de seus produtos e das informações levadas ao País".


IMAGEM DO BRASIL NO EXTERIOR

Recuperar a imagem do Brasil como um país democrático e aberto aos debates mundiais no cenário internacional está entre os desafios do ministro Paulo Pimenta. Ele afirma que será necessário conversar com a mídia estrangeira para que as informações nacionais cheguem a outros países. "A Comunicação governamental nesta gestão terá o papel de unir brasileiros e brasileiras e reconstruir um sentido de nação. Nosso País tem desafios gigantescos pela frente e é preciso retomar a mensagem de que a única forma de superá-los é fazermos isso juntos.", ressaltou o ministro da Secom.

 
 
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