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POLÍCIA FEDERAL APERTA O CERCO CONTRA MINISTRO SALLES E O ESQUEMA DE EXPORTAÇÃO ILEGAL DE MADEIRA

Acusados de corrupção e de fazer parte de um esquema ilegal de exportação de madeira, o ministro Ricardo Salles, funcionários do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama são alvo de uma operação de busca e apreensão por parte da Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (19/5). Salles teve seu sigilo bancário quebrado e o presidente do Ibama, Eduardo Bim, foi afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As investigações começaram em janeiro deste ano após informações obtidas junto a autoridades estrangeiras que relataram desvio de conduta de servidores brasileiros no processo de exportação.

Os mandados foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes e a operação, que envolve cerca de 160 policiais federais, tem como objetivo cumprir 35 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em São Paulo e no Pará. Além das buscas, a Corte determinou o afastamento preventivo de dez agentes públicos que ocupavam cargos e funções de confiança no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e no Ministério do Meio Ambiente (MMA). Em abril deste ano, o delegado da Polícia Federal Alexandre Saraiva, apresentou notícia-crime ao STF contra o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, acusado de ser um promotor do desmatamento, de proteger e incentivar madeireiros e latifundiários na destruição de florestas, na redução de parques nacionais e no avanço sobre terras indígenas. Ao enfrentar o ministro, Alexandre Saraiva, que ocupava o cargo de Superintendente da PF do Amazonas, foi demitido pelo Diretor Geral da Polícia Federal, publicada no Diário Oficial da União no dia 20 de abril.

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