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MOVIMENTO "FORA BOLSONARO" PROMOVE PROTESTO DURANTE ABERTURA DA COPA AMÉRICA, DOMINGO (13/6), ÀS 18H

Enquanto as seleções de Brasil e da Venezuela estiverem se preparando para a abertura da Copa América, marcada para as 18 horas do próximo domingo (13/6), no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, os brasileiros prometem realizar um grande protesto, das janelas das suas casas, pelo "Fora Bolsonaro e por Vacinas Jà". Lideranças dos movimentos sociais, militantes de partidos políticos, estudantes, sindicalistas e centenas de entidades do país que são contrárias ao governo de Jair Bolsonaro estão convocando a população para participar das manifestações.

Um vídeo que está circulando pelas redes sociais alerta para a situação política, social e econômica do Brasil, em função das iniciativas irresponsáveis do governo do presidente Bolsonaro frente à pandemia de coronavírus e das mais de 470 mil mortes causadas pela covid-19. “O que são 475.000 pessoas? Dez estádios lotados de pessoas morreram na pandemia. A maioria dessas mortes poderia ter sido evitada. Nessa Copa América, lembre-se, Bolsonaro correu para a Conmebol, mas demorou oito meses para negociar as vacinas que poderiam ter salvado muita gente”, adverte o vídeo. De acordo com os organizadores do movimento, a ideia é promover um gigantesco panelaço, para mostrar o descontentamento dos brasileiros em relação ao governo federal e ao presidente Jair Bolsonaro.


A realização da Copa América no Brasil tem sido motivo de críticas de diversos setores da sociedade, em função do agravamento da pandemia e também pela forma autoritária com que a decisão foi tomada. A Conmebol articulou a realização do evento, após a Argentina abrir mão de sediar a competição, devido ao agravamento da pandemia no país vizinho. No entanto, Bolsonaro fez contato direto com o presidente da CBF, Rogério Caboclo (afastado por denúncias de assédio sexual a uma funcionária da entidade), que imediatamente concordou com a realização da Copa América de 2021 no Brasil. Os jogadores da seleção e o técnico Tite chegaram a ensaiar um movimento para demonstrar a contrariedade dos atletas e da comissão técnica com a competição no país. No entanto, os atletas e a comissão técnica decidiram recuar e publicaram apenas uma carta, evitando o agravamento da crise política que atinge o governo de Jair Bolsonaro e para aliviar a pressão de organizadores e dos patrocinadores do mundo do futebol.


CONFIRA O VÍDEO


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