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MANIFESTAÇÕES DESTA TERÇA FORAM UM "ESQUENTA" PARA OS GRANDES PROTESTOS MARCADOS PARA O DIA 24/7


As manifestações pelo "Fora Bolsonaro" realizadas nesta terça-feira (13/7) em diversas cidades do Brasil são um "esquenta" para os protestos marcados para o sábado do dia 24 de julho. Em Porto Alegre, a manifestação começou com uma concentração no Largo Glênio Peres, seguido de caminhada pelas ruas do centro da capital gaúcha até o Largo Zumbi de Palmares. Além de lideranças e ativistas ligados aos movimentos sociais, o protesto contou com militantes de partidos de esquerda, sindicalistas, estudantes, artistas e trabalhadores de diversas categorias. Durante a caminhada, a multidão repetia palavras de ordem, como "fora Bolsonaro, genocida" e "impeachment já, vacina no braço e comida no prato".


Além de defender a imediata vacinação de toda a população, os manifestantes reivindicam, junto ao governo federal, a retomada do auxílio emergencial no valor de R$ 600 para os inúmeros brasileiros que estão sem renda, em função da crise econômica e do agravamento da pandemia de coronavírus no país. Os protestos também têm como alvo as privatizações das estatais, como a Petrobras, Eletrobras e os Correios. Os atos pelo impeachment de Bolsonaro estão cada vez maiores, em função das denúncias de corrupção e da falta de iniciativas para barrar o avanço da covid-19 no país e as mais de 530 mil mortes.

Em São Paulo, a manifestação foi acompanhada de perto por um grande contingente de policiais militares. Os manifestantes saíram da Praça da República, na região central da capital paulista, e pretendiam caminhar até a Praça Roosevelt, na mesma região, mas foram impedidos pela PM. No Rio de Janeiro, a PM repreendeu os manifestantes, utilizando bombas de gás e balas de borracha. Nas demais capitais não foram registrados incidentes.


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