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MELO TRANSFORMOU A PREFEITURA EM UM BALCÃO DE NEGÓCIOS E PORTO ALEGRE NA CIDADE DAS ILUSÕES


O escândalo dos mais de R$ 100 milhões gastos pela Secretaria Municipal de Educação (SMED) com milhares de livros guardados precariamente, além de mais de mil chromebooks e kits pedagógicos sem utilização revelam a face perversa do governo do prefeito de Porto Alegre Sebastião Melo (MDB). Faltando pouco menos de um ano e meio para as eleições municipais, Melo naturalizou sua candidatura para um segundo mandato. Porém, a cada dia surgem novas denúncias de irregularidades na sua gestão. Nem mesmo a plasticidade das propagandas da atual gestão da Prefeitura consegue esconder a "metrópole das ilusões" em que se transformou a capital gaúcha.

Ainda não é possível dimensionar o tamanho do desgaste do prefeito Sebastião Melo em função dos recentes escândalos publicados pelo Matinal e pela Zero Hora, sobre os mais de R$ 100 milhões gastos em milhares de livros guardados precariamente, nos mais de mil chromebooks e nos kits pedagógicos. O escândalo do material guardado nas escolas, comprados sem ouvir a comunidade escolar e em desacordo com as necessidades pedagógicas evidenciam que o governo Melo está mais preocupado em fazer "negócios" do que investir na qualidade da educação.


Porém, o maior estrago à imagem do prefeito Melo tem sido as contradições políticas e as diferenças entre o discurso e a prática. O balcão de negócios em que se transformou o governo Melo beneficia a iniciativa privada e prejudica a população, principalmente os mais pobres. A cidade da Orla, do Cais e do Pontal é bem diferente da Porto Alegre das comunidades, das vilas e das periferias.


O tom conciliador e aparentemente moderado do atual prefeito faz parte da estratégia para desvincular sua imagem à imagem de Jair Bolsonaro. Porém, a afinidade com o ex-presidente é uma marca indelével seu governo.

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